sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Atonement




Acho que essa é a história de amor e sofrimento que eu mais gosto. Essa coisa de assistir a muitas histórias de amor não deve fazer bem (especialmente à nós, meninas), acabamos esperando que a 'nossa vez' seja tão bonita quanto nos filmes. Um pouco de sofrimento, mal entendidos e choro. E depois, uma declaração ou demonstração e pronto, seremos felizes nos braços daquele amor por tão longo período desejado. Mas e quando nada sai assim? Quando você olha alguém nos olhos e jura pra você que 'é ele'? E daí, nada acontece. Será que tem que realmente acontecer? Ou a beleza da relação está em sua impossibilidade? Como entender tantos sinais desencontrados? Será que eles dizem alguma coisa ou você está vendo coisas?





Dizem que é melhor não se agarrar a essas coisas.






Eu, há muito tempo, simplesmente deixo o fluxo da vida seguir. Tal fluxo me assusta vez ou outra e apesar disso continuo o deixando seguir. Naturalmente.


3 comentários:

Rayana disse...

Esse filme é lindo demais!
E triste. Mas não é lindo por ser triste.
Assim como o amor.

Não, a beleza não está na impossibilidade. Só tentamos acreditar nisso como uma forma de conforto. :T

E esse filme é lindo.

Rayana disse...

Ah!
Li isso hoje: "Friendship certainly is the finest balm for the pangs of disappointed love."
Da sua querida Jane. :B

Thaíssa disse...

É, ver filmes românticos não fazem bem! Graças a eles projetamos e idealizamos. Ou seja: Zero realidade.
Bahh.

Mas não, não acho que a beleza seja a impossibilidade. Acho que a beleza é a reciprocidade.
Mesmo que você demore a encontrá-la.

Amo-te.

=*